O interior da minha mente é feita por demónios. Por paranóias e por pensamentos que me gritam palavras negras mesmo quando tento calá-los. Que me atiram ao chão de olhos fechados e não me deixam levantar.
O pior, vem-me sempre o pior. A escuridão, náuseas.
Faço um esforço desmesurado para tentar não pensar. Embrutecer-me por dentro na esperança de que a aglutinação de palavras me faça deixar de sentir.